sexta-feira, 21 de maio de 2010

Le Corbusier e o Urbanismo

Le Corbusier, durante seu envolvimento com o urbanismo, redigiu a Carta de Atenas no ano de 1933, documento composto por códigos de princípios gerais que prevê a extinção do traçado das cidades baseado em ruas e quadras e propõe a implantação do zoneamento seletivo, uma divisão de áreas que seguia quatro funções: habitar, trabalhar, circular e recrear, o que definiria a Cidade Funcional. A idéia da Carta de Atenas foi posta em prática na cidade de Marselha, na França, após a II Guerra Mundial.


nas fotos: esquemas de cidades funcionais

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Villa Savoye

para ver o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=0NYBBByVhOg&feature=player_embedded#!

A casa foi pensada como uma residência de veraneio para uma família nos arredores da cidade francesa de Poissy. A Villa expõe em si mesma os cinco pontos da nova arquitetura, propostos na obra teórica de Le Corbusier a respeito da arquitetura moderna. Tais características são:

1. Planta livre da estrutura. A divisão dos cômodos internos é feita indepentemente da configuração estrutural, de forma que as paredes divisórias não possuem função portante na sustentação do edifício.
2. Construção sobre pilotis. O pilotis é um sistema, proposto por Corbusier, no qual o térreo das construções fica livre, de forma a transformá-lo em uma extensão do espaço externo e elevando a residência do solo.
3. Terraço-jardim. Evitando a cobertura tradicional em telhados, Le Corbusier propõe a ocupação das últimas lajes das edificações com jardins, liberando do solo usos particulares.
4. Fachada livre. A disposição das aberturas na fachada é independente da configuração estrutural do edifício, visto que os pilares e vigas são projetados internamente ao edifício, e não mais junto à fachada.
5. Janela em fita. Le Corbusier evita a solução tradicional de propor aberturas limitadas, ou muito verticais, buscando iluminação constante e homogênea, da mesma forma que o resultado estético na fachada evita a ornamentação excessiva da arquitetura anterior.



fonte: wikipédia

Vídeos


http://www.youtube.com/watch?v=XwNIkOTwdoE

Esses dois vídeos mostram perspectivas, por meio de maquetes eletrônicas, do Museu Hiedi Weber, o primeiro mostrando a sequência da construção, que começou pelo telhado e terminou com a construção da rampa em concreto, e o segundo mostrando um pouco do interior evidenciando a diferente escada também construída em concreto.

A Edificação em si

A edificação é composta por cubos de 2,26 x 2.26m que foram são montados no local. Paredes, janelas e pavimentos foram então parafusadas sobre uma armação de aço.

As paredes consistem em painéis esmaltados, a colocação destes painéis foi planejado de acordo com um determinado sistema rítmico, um sistema que poderia ser adaptado para qualquer outra composição.

Posteriormente, o edifício inteiro foi colocado em um piso de concreto. Na construção mais de 20.000 parafusos foram utilizados.



A Coberta

A parte mais arquitetônica da edificação é a coberta, que foi projetada para ser uma estrutura independente do museu, composta por duas partes quadradas semelhantes, construída em estruturas metálicas soldadas, totalizando um peso de 40 (quarenta) toneladas.

A coberta foi pré-fabricada e posteriormete transportada para o canteiro de obras, aonde foi montada no chão. As duas partes da coberta foram soldadas e depois levantadas por um guindaste à sua altura final para se fixarem nos pilares.



Heidi Weber Museum x Mondrian

A semelhança dos paineis coloridos que compõem as fachadas do Museu Heidi Weber com os famosos quadros do pintor Mondrian é evidente, dando a impressão que que as fachadas também são quandiosas obras de arte. Confiram vocês mesmos:

terça-feira, 11 de maio de 2010